Esse reconhecimento não apenas celebra a relevância acadêmica e social da pesquisa, mas também reafirma o papel transformador da ciência quando se volta para os sujeitos historicamente invisibilizados. Ao trazer à tona o apartheid vivido pelas meninas negras no acesso e permanência nos espaços científicos, os autores provocam uma reflexão urgente sobre os limites da soberania científica em um país marcado por desigualdades estruturais.
Para o Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência e a Matemática (PCM), da Universidade Estadual de Maringá, este prêmio é motivo de grande orgulho. Ele evidencia a força de sua produção intelectual e o compromisso de seus pesquisadores com uma ciência crítica, plural e socialmente engajada. Mais do que um reconhecimento individual, trata-se de um símbolo coletivo que fortalece a identidade do programa e inspira novas gerações de pesquisadores a construir uma ciência que seja, de fato, para todos.